"Música genuína, angulosa e experimental mas com alguma experiência por vir. Gostei. Foram a primeira parte do espectáculo de Lydia Lunch que ocorreu na Zé dos Bois (ZDB) no passado dia 15 de Fevereiro."
Aqui
Friday, February 29, 2008
Thursday, February 28, 2008
Para ti que tantas vezes me cantaste esta música no banco de trás do carro, que fazes anos uma vez por cada quatro anos, que não aguentas mais o meu caril, que detestas pedacinhos de carvão, que tens um estilo bestial e que bebes gin ou cerveja green...parabens! Um dia destes subimos o Douro, prometo.
"""""abracinhos para o Mário
Wednesday, February 27, 2008
1. Antes de dormir lembro-me sempre de dizer: “obrigada” e “desculpa”. E às vezes: “foi sem querer”.
2. Voltei aos Caldeireiros. Alguns apontamentos: gostei muito da exposição e o melhor momento foi a única surpresa que tive (nas montanhas as noticias também chegam) - os sete minutos de leitura do texto da exposição; os “peixinhos da prata” são um asco, mas vamos ver o que comem durante o tempo da exposição, com esta experiência posso prever o tempo de duração dos meus próprios livros porque a minha casa tem sofrido uma praga destas criaturinhas; desta feita descobri o senhor que fez a bomba do teleférico, falta agora descobrir quem a roubou; quando vi uma senhora a espreitar lembrei-me que antes (em 2000, naquela mesma rua) havia uma grande abertura à rua, aos habitués da zona, a um público não especializado, mas à sua maneira interessado e curioso, local, que era sempre bem recebido; por último, acho que vou dar uma estrela à exposição por ter mais qualidade do que eu pensava e também porque o próprio artista pediu-me este favor.
3. Cão danado: o cigano que, cheio de charme, me vendeu um monte de tralhas, onde se inclui um chapéu de majorette e um aquário onde não cabe uma sardinha.
4. Bolas, que sorte! O meu blog é o melhor do universo. E para além do mais tem informação útil sobre arte & design.
Tuesday, February 26, 2008

Teorias da composição aplicadas a uma banda:
Três elementos compõem um todo - quando um sai, ficará o todo igual ao que era?
Ou deixará, porventura, de ser reconhecido como o todo original?
Não e Sim.
É verdade que quando um todo está equilibrado e perde uma parte, perde também o equilíbrio e pode mesmo deixar de ser reconhecido pelas mesmas características que o definiam no antes.
Se isto é verdade, eu confio na natureza para se adaptar à perda das partes e a reinventar-se. Ou seja, às perdas súbitas e às alterações mais inesperadas. Por exemplo: a perda de um pé humano ou um pé de mesa...
Nem o corpo deixa de ser corpo sem um pé, nem a mesa de ser mesa. O improviso é fundamental. O corpo e a mesa, ainda sendo os mesmos, só passam a ser diferentes das mesas e dos humanos comuns.
DIRECTOR DE MU%#"!$/SEU É TEMA DE BABYMETAL
O SR. DIRECTOR --- VERSÃO C)
(letra não terminada)
1.
No colégio as raparigas andam de saia
Tiram-na mais vezes que na praia
Os rapazes fumam no balneário
Dedos manchados amarelo canário
Todos fazem ruído
Atiram-se de frente contra o vidro
A escola é um inferno
Lá escorregas e dás uma terno
2.
O director lá da escola
Tem um casaco sem gola
É um homem de esquerda
Que não lamenta nenhuma perda
Prega o bem e o castigo
É autoritário por destino
Ouviu dizer que uma rapariga
Arranjou uma briga
3.
Saíram todos à sorte
Esqueceram-se da morte
Eram desordeiros mas fracos
Depois das aulas saiam de tacos
Para na escola nada mudar
Só mais uma rapariga a brigar
E uma outra para o sr. Director
Chamar a depor
4.
Se não houvesse ordem na escola
Iam todos pedir esmola
A carne amanhã é fraca
E no corpo deixa marca
Ela deixou escrito na parede andamos todos sem rede
(letra não terminada)
1.
No colégio as raparigas andam de saia
Tiram-na mais vezes que na praia
Os rapazes fumam no balneário
Dedos manchados amarelo canário
Todos fazem ruído
Atiram-se de frente contra o vidro
A escola é um inferno
Lá escorregas e dás uma terno
2.
O director lá da escola
Tem um casaco sem gola
É um homem de esquerda
Que não lamenta nenhuma perda
Prega o bem e o castigo
É autoritário por destino
Ouviu dizer que uma rapariga
Arranjou uma briga
3.
Saíram todos à sorte
Esqueceram-se da morte
Eram desordeiros mas fracos
Depois das aulas saiam de tacos
Para na escola nada mudar
Só mais uma rapariga a brigar
E uma outra para o sr. Director
Chamar a depor
4.
Se não houvesse ordem na escola
Iam todos pedir esmola
A carne amanhã é fraca
E no corpo deixa marca
Ela deixou escrito na parede andamos todos sem rede
E VOCÊS O QUE É QUE SÃO?
os meus amigos não são terroristas
os meus amigos não são terroristas
são talvez um grupo de artistas...
não fazem mal a uma mosca ou a pardal!
são de Portugal que é um sítio bestial!
os meus amigos não são terroristas
são talvez um grupo de artistas...
não fazem mal a uma mosca ou a pardal!
são de Portugal que é um sítio bestial!
Monday, February 25, 2008
PORQUE HÁ MUITA QUALIDADE NA FALTA DELA!
Na preparação da publicação do terceiro Braço de Ferro (ver links ao lado), e a propósito de uma conversa com a Xana, as minhas perguntas tornaram-se mais claras.
Porque não se fazem mais catálogos, registo e documento das exposições que vão acontecendo por aqui?
Porque é que não se investe mais neste meio?
Voltamos à invisibilidade do trabalho que anda a ser feito (e eu ainda me ralo com isto!).
A editora que mantenho com o Pedro Nora, tratará, a seu tempo e num ritmo muito próprio, de lançar para o mundo catálogos, publicações de artistas, livros-projecto, etc. Não tenho nenhum preconceito em fazer publicações apenas documentais e talvez até seja mais importante ir por aqui (dentro dos nossos limites financeiros, um catálogo até pode ser fotocopiado!) e finalmente começar a dar valor ao que se anda a fazer.
Porque não se fazem mais catálogos, registo e documento das exposições que vão acontecendo por aqui?
Porque é que não se investe mais neste meio?
Voltamos à invisibilidade do trabalho que anda a ser feito (e eu ainda me ralo com isto!).
A editora que mantenho com o Pedro Nora, tratará, a seu tempo e num ritmo muito próprio, de lançar para o mundo catálogos, publicações de artistas, livros-projecto, etc. Não tenho nenhum preconceito em fazer publicações apenas documentais e talvez até seja mais importante ir por aqui (dentro dos nossos limites financeiros, um catálogo até pode ser fotocopiado!) e finalmente começar a dar valor ao que se anda a fazer.
Subscribe to:
Posts (Atom)

